Nesse post você entenderá o conceito de cada um desses termos, como diferenciá-los e a visão de uma Doula sobre o assunto.

LACERAÇÃO

Em obstetrícia, uma laceração perineal é a laceração espontânea (não intencional) da pele ou de outras estruturas de tecido mole que, na mulher, separam a vagina do ânus. As lacerações perineais ocorrem geralmente durante o parto, que coloca pressão acrescida sobre o períneo. As lacerações variam bastante em termos de gravidade. A maioria são apenas superficiais e não requerem tratamento, embora as mais graves possam causar hemorragias significativas, disfunções ou dor a longo prazo. Uma laceração perineal é diferente de uma episiotomia, que é um procedimento cirúrgico em que o períneo é intencionalmente lacerado para facilitar o parto.

EPISIOTOMIA

Episiotomia é uma incisão efetuada na região do períneo (área muscular entre a vagina e o ânus) para ampliar o canal de parto. Seu uso se justifica em alguns casos, como necessidade de parto instrumentalizado, sofrimento fetal, acesso para fletir a cabeça do bebê. É geralmente realizada com anestesia local.

Visão da Doula

Sobre a Episotomia: Os profissionais decidem fazer esse procedimento pelo motivo da oxigenação necessária não chegar ao bebê. Quando chega no período do expulsivo, o bebê fica mais pressionado e precisa dessa oxigenação. Se a mulher não respira, a Episotomia é cabível para não faltar a oxigenação. 

Sobre a Laceração: Ela é normal do corpo, uma lesão orgânica que pode acontecer espontaneamente. É mais superficial, porém tem diferentes graus. A partir do 3º grau de Laceração é necessário mais cuidados médicos para reestruturação.

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